Quando o Brasil se candidatou a ser sede da Copa do Mundo, comecei a ver isso com bons olhos, fiquei entusiasmada com as possíveis melhorias para a população, mas passada toda a euforia com o acontecido a minha ficha caiu. E com ela toda a minha ingenuidade, pois o que vejo acontecendo nos últimos dias não é nem de longe o que tinha imaginado.
Problemas com a realização das obras e a lentidão do compasso das mesmas, me preocupam de sobre maneira. Como daremos vazão ao que é prometido nos cadernos de encargos da FIFA sem abrir mão de uma significativa soma em dinheiro? O “estado de urgência” será a senha para gastos desnecessários e atropelos na proposta inicial do evento.
Agora a minha torcida é para que os gastos com o evento não extrapolem a proposta inicial. Como foi feito no caso do PAN do Rio de Janeiro. Cabe a sociedade um papel fiscalizador que não permita desmandos e desvios de conduta seja ela administrativa ou fiscal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário